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E depois da manifestação, o que fazer?

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Depois da manifestação do dia 19, que lamentavelmente o Ministério da Educação preferiu ignorar, é preciso continuar a lutar. A sondagem do ComRegras pretende  “sentir” o pulsar dos professores/educadores e ajudar os sindicatos a decidirem em conformidade. Por isso, digam de vossa justiça!

Votem e partilhem s.f.f. 😉

(selecionem as opções pretendidas e depois carreguem onde diz votar)

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12 COMENTÁRIOS

  1. Assinar a ILC é importante mas não deveria estar em opção com as outras formas de luta, uma vez que apenas prevê a recuperação do tempo de serviço e há outros aspetos igualmente importantes a serem considerados, como, por exemplo, a aposentação, a componente letiva, os concursos, etc.
    Portanto, na minha opinião, a ILC é de assinatura “obrigatória” e então fazer a opção entre as restantes formas de luta que os sindicatos já deveriam ter concretizado no dia da manifestação e não o fizeram. Esperar pela reunião com o ministro (mais uma) para anunciar o que se pretende fazer será tarde de mais.

  2. A greve aos exames é uma possibilidade legal, mas completamente ineficaz, como se viu na última.
    Manifs (e vigílias) têm relativa adesão, como se viu na última, para além de que a sua banalização tem cada vez menos impacto social (o negocial estamos para ver!), como se viu na última.
    A ILC só diz respeito aos 9A-4M-2D.
    Greve às aulas? Em fim de ano? Para quê depois do que se viu nas últimas?
    Restam, pois:
    – a greve de zelo, nunca experimentada, mas que parece de exequibilidade muito complexa e duvidosa;
    – a greve às avaliações, que tem, a meu ver, muito peso negocial e custos mínimos para os professores, mas também tem o seu impacto negativo a nível social.
    Conclusão, não há formas de luta perfeitas, todas têm as suas consequências positivas e negativas, para além de que haverá sempre outros «mas» para quem se furta à luta.

    • Completamente de acordo com a Elsa Duarte. Subscrevo, na íntegra.
      Nós sabemos e os sindicatos também sabem que tudo isto é verdade.

      Não se percebe o(s) motivo(s) pelo(s) qual(quais) não convocaram logo a seguir à manifestação a greve a partir de dia 6 de junho, altura em que começam as reuniões dos anos de exame, os que terão um maior impacto.
      O tempo já não é muito, pois o pré-aviso terá que aparecer com 10 dias úteis (não sei bem) de antecedência.

      Esperar pela reunião de dia 4, onde o ministro vai dizer que lamenta muito, mas que não é nada com ele, é inviabilizar esta forma de luta e deixar fugir a força dada pela manifestação e os sindicatos sabem isso muito bem.

      Os sindicatos não estão esquecidos, mas se calhar convém pressioná-los.

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