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Denúncias

denunciaO “Denúncias”, está principalmente destinado a situações de injúrias, ameaças, agressões e danos materiais a professores e assistentes operacionais.

Para evitar repetição de dados, indiquem o nome da escola, o dia (mês se não se lembrarem) e a tipologia do sucedido.

Não é necessário ser a vítima a denunciar.

Nota importante: a identidade das escolas e das vítimas será protegida, como referi em cima, trata-se de um separador para fins estatísticos.

Contacto: [email protected]

No vazio legal dos concursos, confunde-se técnicos com professores e há sempre alguém que se lixa… 19 de setembro de 2015 e veja a resposta da advogada Dra. Elisabete Leal, aqui.

Manipulação de Notas na Escola Clara de Resende?, 14 de setembro de 2015

Alunos arrombam porta blindada que cai em cima da professora25 de maio de 2015

2 COMENTÁRIOS

  1. (…), entretanto, surgido algumas questões que gostaria de ver esclarecidas:
    1 – Por que é que os Horários de Técnico Especializado se enquadram na categoria disciplinar específica do Grupo 530 (Mecanotecnia) numas escolas e noutras não?
    2 – Por que é que os critérios de avaliação dos candidatos a Técnico Especializado não são iguais, para a mesma Disciplina, do mesmo Curso Profissional, em todas as escolas?
    3 – Existe alguma escala que permita quantificar a “Motivação”, como um dos critérios de avaliação dos candidatos a Técnico Especializado depois de selecionado?
    Além disso, daquilo que tem conhecimento,
    – A Disciplina “Organização Industrial” é dada por um licenciado que é o único que tem a cultura do método;
    – A Disciplina “Organização Industrial” é orientada para as Provas de Aptidão Profissional do aluno;
    – As disciplinas de Tecnologia E Processos ou de Desenho Técnico estão repartidas pelos professores do grupo de Mecanotecnia e, respectivamente, pelos dos Grupos de Eletrotecnia e Construção Civil (no caso do Curso Profissional de Manutenção Industrial, variante de Eletromecânico)».

  2. Bom dia,

    Julgo não ser este o espaço para apresentar este tipo de situação mas já não sei a quem recorrer. Assim, e na esperança de obter uma resposta , passo a expor a questão que me trouxe até vós.

    Sou professora e no ano letivo anterior estive colocada num Agrupamento de Escolas de Sesimbra. Fui colocada pela BCE e aceitei o horário a 10 de outubro, no entanto o mesmo havia sido pedido a 12 de setembro (segundo informação dada pela direção da escola). O contrato assinado apenas em julho de 2015 retroagiu a 1 de setembro, contudo a remuneração não foi feita. Embora tenha enviado vários e-mails para a DGAE entre outros, não consigo obter qualquer resposta, apesar de telefonicamente me terem dito que só dariam essa informação por mail e não por telefone.
    Tive conhecimento que algumas escolas efetuaram o pagamento a colegas nas mesmas circunstâncias, contudo , e de acordo com informação da secretaria, uma circular enviada em agosto impediu que se procedesse ao referido pagamento.
    Assim, solicito que me indiquem a forma de atuar neste caso, pois não obtenho resposta das entidades competentes e vejo-me impedida de receber subsídio de desemprego por me faltarem cerca de 30 dias para ter o número de dias de descontos para o efeito.
    Na realidade, não quero subsídios nem dinheiro que não me pertence, mas estive a 300km da minha casa e tenho dois filhos menores a quem o sustento não pode faltar, nem mesmo depois de os quase ter “abandonado” para lhes garantir o sustento quando me foi dada essa possibilidade através de uma colocação que tanto amargura me trouxe, não pela escola em si, mas pelas vicissitudes da situação em si.

    Grata pela vossa atenção

    Margarida Rodrigues

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