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Conselho Das Escolas Aponta Vários Constrangimentos Que Estão A Afetar As Escolas

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Sendo um Conselho das Escolas e não apenas de Diretores, julgo que faria algum sentido abordar o que se está a passar com os professores. Seja as ultrapassagens pelo reposicionamento, o estado precário em que se encontram muitos professores (conforme conhecido num recente estudo) ou mesmo a questão das reuniões em horário pós-laboral que o Ministério da Educação simplesmente diz que não existem.

E por que não abordar a eterna questão da falta de assistentes operacionais?

Não se trata de colarem-se aos sindicatos, trata-se de dizer o que se está a passar nas escolas portuguesas e mostrar a vossa preocupação para com aqueles que fazem a escola todos os dias.


NOTA INFORMATIVA N.º 28

O Plenário do Conselho das Escolas reuniu no passado dia 26 de outubro, no Centro de Caparide, S. Domingos de Rana.

Tomaram posse os conselheiros Amílcar Santos, Diretor do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras (QZP 7) e João Manuel Ascensão Belém, Diretor do Agrupamento de Escolas Amato Lusitano (QZP 5), em substituição dos conselheiros Maria Isabel Le Gué e João Paulo Mineiro, respetivamente.

Em resultado da cessação do mandato de Maria Isabel Le Gué, o Presidente designou a conselheira Margarida Ana Valente Fonseca (QZP 7) para a substituir no cargo de Vice-Presidente do Conselho das Escolas.

A conselheira Fátima do Céu Carola Moreira Pinto (QZP 8) passou a integrar a Comissão Permanente do Conselho das Escolas, a qual ficou assim constituída:
José Eduardo Lemos (Presidente)
Fernando Filipe Almeida (Vice-Presidente)
Margarida Valente Fonseca (Vice-Presidente)
António Ventura Pinto
Fernando Paulo Elias
Anabela Matos Soares
Fátima Moreira Pinto

Os conselheiros procederam a um balanço do início do presente ano letivo, tendo sido apontados vários constrangimentos por que estão a passar as Escolas, resultantes, não apenas, da forma atribulada como encerrou o ano de 2017/2018 e que afetou, indelevelmente, a preparação do ano letivo 2018/2019, mas também das dificuldades decorrentes da implementação dos novos quadros organizativos da Educação inclusiva e da Autonomia e Flexibilidade Curricular, cujos diplomas estruturantes e subsidiários foram publicados tardiamente, durante os meses de julho e de agosto, tendo em conta a sua imediata entrada em vigor.

O Plenário debruçou-se, ainda, sobre as dificuldades por que passam a maioria das Escolas que oferecem Cursos Profissionais e cujas candidaturas previam financiamento por parte do POCH.

Estas Escolas e os seus Diretores têm-se confrontado com muitas dificuldades resultantes, não apenas, do desfasamento temporal entre o início de funcionamento dos cursos e as respetivas candidaturas pedagógica e financeira mas, sobretudo, por se verem impedidos de honrar os compromissos assumidos com formandos e fornecedores, em resultado da não libertação, em tempo, das verbas previstas e aprovadas para o funcionamento dos cursos.

José Eduardo Lemos, PCE, 29/10/2018

Fonte: Conselho das Escolas

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1 COMENTÁRIO

  1. Estamos a meio do 1º período e eu já estou exausta completamente exausta. Não sei quanto tempo vou aguentar mais.São os alunos cada vez mais indisciplinados e decididos em boicotar tudo o que exija trabalho e alguma concentração. Sinto que todo o trabalho que tenho em procurar coisas que os possam motivar é em vão. Nada do que eu faça os interessa. Acresce a tudo isto a falta de motivação da minha parte que, neste momento, passa pelo facto de não estar a contabilizar qualquer tempo de serviço (aguardo vaga para o sétimo escalão). Sinto-me como um peixe de fora de água. Já não consigo respirar, dormir, descansar…O Ministério da Educação está conseguir o que quer: professores de baixa, a quem paga menos substituindo-os por outros a quem ainda paga menos. Não sei ponde iremos parar….

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