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Comentário da Semana | Instabilidade na Educação

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Reposicionamento dos professores | Dois exemplos de ultrapassagens

É mesmo para ficarmos atónitos com tanta desgraça. A ver se entendi bem: estou desde o ano 2005 sem progredir (29 de agosto de 2005, véspera do congelamento). Houve colegas que progrediram em 2011 e usaram os anos de 2008, 2009 e 2010 de descongelamento, certo? Eu fiquei com esses anos descongelados, mas que não foram usados para progredir, certo? Agora esses colegas progridem novamente e eu fico sempre no segundo escalão? Eles são beneficiados duas vezes e eu nenhuma? Então, é para estar feliz e contente por eles? Não consigo, sinceramente. Não estou contra os colegas, apenas contra quem está a legislar, contra a tutela. Temos de lutar pelos nossos direitos e contra a falta de equidade e de justiça. Mas afinal que mal fizemos nós que estamos com a carreira congelada desde 2004 e 2005?” Graça Costa
“Ora cá está o cerne de uma questão que tanto ministério como sindicatos fingem que não existe. Obviamente que vão existir cisões graves no seio da classe docente e o verniz é capaz de estalar. Os professores mais prejudicados com isto andam no limite da paciência.” Sérgio Coelho

Professores marcam greve de 1 a 4 de outubro

Sou professora. Na 2ª feira, vi na RTP o programa Prós e Contras sobre Educação.
Há muito tempo que não sentia um lampejo de orgulho ou de emoção com a minha classe e Muito Menos com os que apregoam que a conhecem ou defendem…
Fomos representados de forma competente, séria, inteligente e digna pelo colega Paulo Guinote, a quem agradeço. Mostrou, uma vez mais, ser um profissional conhecedor do terreno, dos interesses e ligações que movem reformas e sistemas e coerente nas opiniões que defende.” Graça Bastos

Até que ponto a escola não está a invadir a responsabilidade familiar?

Há aqui algo de totalitário, quando se quer moldar as pessoas dentro de determinada formatação. Naturalmente que partilho os valores defendidos, o que me faz alguma comichão mental é perceber que se afunila o chegar a eles através de um só caminho (o da escola), quando as possibilidade para se chegar às aprendizagens preconizadas são tantas quantos os dias de uma vida. Enfim… a sociedade está manca e a apodrecer, e a escola é um dos poucos antibióticos disponíveis (só que, por mais largo que seja o seu espectro, não chega a todas as maleitas…).” Teresa Guerreiro

“Obrigada”, “por favor”…e tantas fórmulas de ” cortesia”, sendo simpáticas e agradáveis, pouco representam se não forem acompanhadas de verdadeiro respeito, sensibilidade ao outro. De que serve à sociedade, ser muito cortês, e atropelar a identidade dos outros? Quantas crianças ( e adultos) mimetizam esta “boa educação e ao mesmo tempo humilham colegas, exigem que tudo gire à sua volta, nunca tendo aprendido a ” calçar os sapatos de outro, no dia a dia? Ao educação é muito, mas muito mais do que palavras ocas. A cidadania, na escola, dá oportunidade de expandir essa consciência, e levar a contactar com diversas temáticas e perspetivas, alargando as visões e experiências circunscritas de cada um. Sofia Ferreira Mendes

 

Comentários retirados da página do Facebook do ComRegras

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