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Colégios e Estivadores dois temas sérios.

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manif contratos de associaçãoSe quisermos olhar sem tendencionalismos para as “notícias”, que hoje, ontem, anteontem e talvez “ainda” amanhã “bloqueiam“ tudo o que são meios de comunicação social, seria muito oportuno, antes de saltarmos para outros tema lançado para “cima da mesa”, e aqueles ficarem num “lombo” algo tão usual cá, connosco. E depois emerge e submergem conforme o “clima”, talvez!.

O Estado não pode estar a “utilizar” os nossos impostos para pagar duas vezes exactamente a “mesma coisa”. Se existe uma Escola Pública – que necessariamente é sustentada pelos nossos impostos – e um Colégio Privado – que deve implicitamente “viver” à custa dos privados – não podem os nossos impostos estar a suportar ambos. É linear, e até indiscutível. E quem acha e com todo o direito que o ensino, os cuidados, a organização é melhor no privado que no público, tem que pagar mais para lá colocar os seus descendentes. Por certo a muitos de nós já terá acontecido, e a muitos continua a advir. Ponto!Quanto a serem feitas Greves – algo que teve efeitos no pós 25 de Abril de 1974 quando vínhamos de uma Ditadura – que muito prejudicam outros e o País, talvez devessem ser menos utilizadas.

Quando em situações limite tem e muito bem, que estar presente a Policia – para isso existe, e é paga pelos nossos impostos, de todos que pagamos – tem que ser respeitado o seu trabalho. A Polícia tem que existir num Estado civilizado e tem que fazer o que deve fazer, para haver razão de existir. Ponto! Se não, acaba-se com polícias, tribunais e tudo o mais, por não ser possível que façam o “serviço” para que existem. E hoje, por certo, um Estivador – com todo o respeito que merece, e que é importantíssimo até pela falta que faz quando não está a actuar – já não tem as necessárias características que teve há 20 anos. As cargas a granel acabaram, as tecnologias nas cargas e descargas, os contentores, tudo veio criar uma diferença na profissão. E não é necessário ser entendido para o “entender”, basta ver. Logo, será diferente, para além da forma – Greve – como o conteúdo – propostas – que hoje devem ser reivindicadas. E quanto mais se defender qualidade, empenho, respeito pelo trabalho e por todos que o fazem mais evoluiremos, todos e iremos ajudarmo-nos e ajudar o País.

Quanto mais nos debruçarmos só e só sobre nós e só nós, iremos pior ficar! Claro que muito está por fazer de topo a base em todas as Instituições, Empresas públicas e privadas , em  competências e organização, mas o métodos terão que ser  outros para os resultados não serem sempre os mesmos. Esperemos que desde Colégios a Estivadores, a muitos mais de nós queiramos pensar mais no todo,  e não só em nós, nós, eu, eu. Ou não!

Augusto Küttner de Magalhães

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