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Calendário Escolar para 2018/2019

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18 COMENTÁRIOS

  1. Eu continuo sem perceber o motivo pela paragem de 3 dias dos professores no carnaval….. não conheço mais nenhuma profissão, funcionário público ou não, que o faça….. mas se calhar o problema sou eu a pensar com os nervos….

    • O outro funcionário público não leva serviço para casa, não trabalha até altas horas da noite, para, no outro dia, estar ao serviço. Terminado o serviço, encerram o PC, fecham a porta e pura e simplesmente desligam mentalmente. Gostava que todas as pessoas passassem pela experiência de serem professores, durante um mês, para perceberem “o outro lado” da história.

    • Mas ainda temos de estar com explicações???? Tem filhos??? Então pense!!! Se utilizar o cérebro talvez chegue lá….
      É que não há pachorra, temos direito a respeito, tanta pergunta, olhe-se ao espelho no final do dia e aponte a si própria o seu próprio dedo…

    • Quem critica os professores com inveja que vá para professor e deixe de os chatear.
      Contudo que, é professor devia ter vergonha de se lamentar, porque se fossem trabalhar 1 mês no privado ficavam a perceber melhor o que são horários, ferias, salários, greves, dispensas, “patrão” à vista e pressão. Cada qual escolheu o seu trabalho ou desempenha aquilo para que tem competência: publicos, privados, operarios ou empresarios. Olhem para si próprios, basta de lamentações e invejas do vizinho. Tenham brio no que fazem e se não gostam, mudem, porque se não mudam é porque não são capazes e neste caso parem de se lamentar e serem invejosos.

  2. É como as férias de verão. Também deveriam ser apenas para os alunos, mas em Julho e Agosto não se avista qualquer professor nas escolas. Mais: quando por ventura têm uma reunião já em Julho, fazem um queixume de fazer chorar as pedras da calçada!! Os contadinhos 23 dias de férias da função pública não são para todos!

    • Espero sinceramente que não tenha filhos em idade escolar, porque como os professores estão de férias, não se fazem turmas, não se corrigem exames, não se apreciam recursos de notas e/ou exames…
      Quando as aulas recomeçar em em Setembro, serão os outros funcionários públicos, cujas férias acabaram mais cedo, os responsáveis pelas eventuais “trapalhadas” que possam existir.

    • É triste que ainda existam pessoas com esta mentalidade. Os professores têm os mesmos dias de férias que qualquer funcionário!

    • Diz o povo com razão: “vozes de burro…”
      Fantástico como as pessoas adoram mostrar a sua própria ignorância e como ainda a publicam e fazem alarde dela…
      Eu explico: os professores, tal como qualquer assalariado, tem 22 dias úteis de férias por ano. A interrupção das atividades letivas é para os alunos. Nessa altura, os professores têm trabalho: avaliações, reuniões de grupo disciplinar para articulação/programação; reuniões de conselho de turma; elaboração de fichas/testes… E posso continuar… Acredite que a lista é grande.
      Por outro lado, esqueceu de referir que ao contrário de muitos outros assalariados, os professores levam para casa, em horário pós-laboral, uma enormidade de trabalho: trabalhos, fichas e testes para corrigir (e exames na altura deles – os tais meses que diz que eles estão de férias), relatórios, etc…
      Depois, há toda a preparação dos anos. Talvez não saiba, mas o ano letivo não aparece pronto. As turmas não aparecem feitas; os horários não aparecem feitos; e todo um conjunto de atividades tão necessárias aos nossos filhos e ao seu bem-estar.
      Por fim, ainda têm que aturar as faltas de respeito de alunos e encarregados de educação… a este tipo de comentários…
      Felizmente não sou professor. Nem invejo esse tempo que diz que eles têm livre. Mas, aqui para nós, se isso tanto a seduz, tenha a coragem de se candidatar à carreira docente. O Ministério da Educação abre vagas todos os anos.
      Sugestão: tenha a bondade de se documentar antes de falar do que não sabe. Caso contrário, ficamos todos a saber uma coisa: deveria ter aproveitado melhor o tempo que passou pela escola. Pelos vistos aproveitou pouco e mal.
      Já agora, um abraço de profunda admiração a essa classe tão pouco estimada e apreciada: os professores. Bem hajam pelo que fizeram pelas minhas filhas. Hoje são alguém na vida, graças a vós.
      Bem hajam.

    • Santa ignorância, e mesmo que estivessemos de férias, até deveríamos ter direito a mais dias, isto de estar de 45 em 45m, por dia com 25 a 30 pessoas, gerir comportamentos, ter o cérebro sempre ativo para as mais incríveis perguntas, ser capaz de raciocionar sobre os mais diversos assuntos da atualidade, científicos e culturais, e chegar ao fim do dia ainda ter mil textos, trabalhos, testes para corrigir, para além das benditas reuniões que cada vez são mais, não é para todos, cara senhora. Isto já para não falar do choro de que fala, muitas vezes interior, porque em vez de estar com a família, um dia, uma noite, uma tarde, de estar com os filhos, temos de estar com os filhos dos outros e ainda dar-lhes a educação que não têm em casa, ensinar-lhes a fundamentar as suas opiniões com argumentos concretos por exemplo. E desengane-se, adoro ser professora o que detesto são os comentários de néscios sobre esta profissão tão digna e a ousadia de alguns em opinar sobre a atuação de professores, aqueles que formam e educam. Se não tem nada de importante para dizer cinja-se ao silêncio, há demasiadas opiniões que caem por terra precisamente porque as pessoas não têm conhecimento do que falam.

  3. Xana: A próxima vez que for a uma escola em Julho ou Agosto, peça para entrar nas salas de reuniões ou espere à porta durante o dia, antes de dizer asneiras. Interrupção das actividades lectivas e férias dos professores são coisas diferentes. As actividades lectivas são apenas uma parte (nem sequer a maior) do serviço dos professores.

  4. Efetivamente tenho tido tantas férias ao longo de quase três dezenas de anos que o ministério ainda me deve meses…novamente neste ano ( e que nada tem a ver com as greves, pois a correção de exames fez-se no prazo habitual), estive a corrigir exames até dia 30 de julho e em agosto ainda estive a fazer reapreciações. Já vou trabalhar amanhã, e nem dei pelas férias. Efetivamente durante parte de junho e julho não me vêm na escola: estou a corrigir exames, à borla!E não os posso trazer de um lado para o outro; os agentes da GNR também não são pagos para andar atrás de mim! Assim, tenho de os corrigir em casa.
    As formações, obrigatórias são pós laborais e aos fins de semana (não é no horário de trabalho..e chamam-lhe plenários e outras coisas interessantes) as reuniões, na sua maioria também são pós laborais, etc, etc…há muitas reuniões…e fui por opção para esta profissão, onde faço diariamente dezenas de quilómetros. E há muitos bem piores!! Já tenho colegas que foram meus alunos e cujos pais entendem e, quando falam, sabem do que falam.
    Ás vezes não é por ignorância que se dizem certas coisas, é pura estupidez.

    • Olá, Senhora Professora Lai.
      Também eu ficaria incomodada com a intervenção da Xana.
      Claramente merecedora do maior repúdio.
      No entanto, se concordo com a sua intervenção do ponto de vista do conteúdo, já o mesmo não acontece do ponto de vista da forma. Senão, vejamos:
      1 – uso deficiente e inadequado de alguma pontuação, assim como do uso dos parágrafos. Certamente que qualquer dos seus colegas de Português a poderá ajudar;
      2 – a determinada altura refere: “Efetivamente durante parte de junho e julho não me vêm na escola.” Na verdade, o uso do verbo está incorreto. Deveria ter escrito “veem” e não “vêm”. Esta última é uma forma do verbo “vir”, quando quer usar o verbo “ver”;
      3 – De seguida refere: “os agentes da GNR também não são pagos para andar atrás de mim!”. Novamente o verbo mal utilizado. Deveria ter usado a forma no plural “andarem”, já que o sujeito está no plural e o verbo necessita de fazer a concordância com o este;
      4 – Mais à frente, refere o seguinte: “E há muitos bem piores!!”. Aqui, deveria ter escrito o adjetivo no singular. No plural adquire um outro significado. Deixa de se referir ao facto de existirem colegas em situação pior que a sua;
      5 – No último parágrafo, começa com um “Ás”. Suponho que não se refere a um “ÁS” de trunfo, mas quereria dizer “Às”. A preposição contraída com o determinante tem acento grave e não agudo como escreveu.
      Há outros aspetos textuais que mereciam reparo (para além da pontuação, a que já fiz referência), no entanto, creio que para alguém que forma as futuras gerações e até corrige exames, os exemplos que referi servem para recomendar um melhor uso da língua portuguesa.
      Recomendo que tenha a humildade de pedir ajuda a algum colega de Português, evitando passar por estas vergonhas.

  5. Xana: Tem toda a razão! É uma vergonha de facto. Obviamente (e felizmente que ainda há quem dignifique a grande profissão com enorme responsabilidade na sociedade que é PROFESSOR.
    O ano escolar ainda nem começou e já estão a ameaçar as crianças com mais dias de greve! Prejudicam as crianças, que nem direito de voto ainda têm.
    É tão mau tão mau e tão duro ser professor (conforme alguns alegam), no entanto, continuam a querer seguir esta carreira.
    Triste é ver uma função tão digna de respeito como profissional de educação ser manchada por um grupo restrito de indivíduos com uma agenda muito própria.
    Por favor, não quero de todo ofender nem desrespeitar ninguém. É uma mera opinião que como todas as outras, tem o valor que cada um quiser dar.
    António Correia

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