Início Legislação O que as escolas vão ter de começar a discutir em 2017-2018

O que as escolas vão ter de começar a discutir em 2017-2018

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Fonte: Facebook

Mudar um sistema de ensino não é de um dia para o outro, mudar a forma como os professores lecionam e como vão articular entre si, será um desafio de elevada dificuldade e que vai ser muito interessante de assistir nos próximos tempos. Assumo desde já o meu ceticismo, porque não vejo vontade nem tolerância por parte do corpo docente em mudar novamente. Os professores estão fartos de mudanças e mudanças sem um sinal efetivo de que são para ficar, não serão levadas a sério…

Eis o que vamos andar a falar nos próximos tempos no âmbito da Autonomia e Flexibilização Curricular.

2 ‒ As opções curriculares da escola concretizam-se, entre outras, nas seguintes
possibilidades:

a) Combinação parcial ou total de disciplinas;

b) Alternância, ao longo do ano letivo, de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo;

c) Desenvolvimento de trabalho prático ou experimental com recurso a
desdobramento de turmas ou outra organização;

d) Integração de projetos desenvolvidos na escola em blocos que se inscrevem no horário semanal, de forma rotativa ou outra adequada;

e) Redistribuição da carga horária das disciplinas das matrizes curriculares-base, promovendo tempos de trabalho de projeto interdisciplinar, com partilha de horário entre diferentes disciplinas.

f) Organização do funcionamento das disciplinas de um modo trimestral ou semestral, ou outra organização;

g) Criação de disciplinas, de espaços ou de tempos de trabalho para o
desenvolvimento de componentes de currículo local, entre outras, com contributo interdisciplinar.

No final do documento constam novas matrizes.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Infelizmente não são as escolas que discutem, mas os sucessivos ministérios que ditam leis, que na verdade não se adequam à realidade das maioria das escolas do país e dos seus alunos…

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