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Alunos Manifestam-se (Finalmente!)

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Talvez agora comecem a acordar de uma letargia que há muito me surpreende. Não sei se a apatia vigente e pouca intervenção cívica dos nossos estudantes é sinal de uma geração mais imatura do que as anteriores. A realidade mostra que apesar das dificuldades como a falta de funcionários, a falta de professores, o amianto, a internet precária, os computadores escassos e antiquados, a elevada carga letiva, os tpc, os exames, etc, os nossos alunos têm reduzido a sua intervenção cívica a uma voz dos alunos que apesar de importante está dominada por direções e Ministério da Educação.

Se os motivos desta manifestação são ou não válidos, cabe aos alunos argumentarem com bom senso e não seguir os maus exemplos dos mais velhos.

Louvo a iniciativa e que sirva para despertar as consciências e sentido crítico do futuro do país!

P.S – Já só falta os pais…

Fica a notícia


O fim dos exames nacionais é uma das reivindicações que vai levar alunos do ensino secundário para as ruas de Lisboa, na próxima quarta-feira, em protesto. A manifestação responde a um apelo da associação de estudantes da Escola Secundária de Camões, na capital, ao qual se associaram mais de 50 congéneres de todo o país. Entre as suas preocupações estão também a necessidade de obras em muitas escolas e a falta de funcionários.

“O que deve ser valorizado na escola é trabalho contínuo dos alunos”, defende o presidente da associação de estudantes do antigo Liceu Camões, Simão Bento. Por isso, querem que o Governo acabe com os exames nacionais no ensino secundário e que seja também promovida uma democratização do acesso ao ensino superior.

Quase no final da legislatura, o presidente da associação de estudantes da secundária lisboeta reconhece que o “balanço é positivo”, mas critica o Governo por “nem sempre ter as melhores prioridades”. “Vão milhões de euros par os bancos e para a NATO e não há dinheiro para as escolas”, lamenta Simão Bento.

A “falta de obras” em várias escolas básicas e secundárias e a “falta de funcionários” são, para o dirigente estudantil, exemplo do “pouco investimento no sector”. As condições físicas dos estabelecimentos de ensino estão mesmo na origem do protesto desta quarta-feira. Em Janeiro, os alunos do antigo Liceu Camões fizeram uma manifestação devido aos atrasos nas obras naquela escola, lançando depois de um manifesto nacional – que incluiu outras bandeiras como a redução do número de aluno por turma ou o fim do processo de transferência de competências na área da Educação para as autarquias – que foi subscrito por 50 associações de estudantes de todo o país.

1 COMENTÁRIO

  1. Muito bom.
    Pena é que as Associações de Estudantes se preocupem mais com o Halloween e mais o desfile de Carnaval e mais o Dia dos Namorados e estas coisas, incluindo o Mister e a Miss do ano……

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